Acabei de realizar quão similar é o J2EE e o Plan 9 quando observados pela lente da arquitetura de componentes: no Plan 9, o sistema de arquivos é tão capaz quanto o JNDI no J2EE. Um componente no qual eu estou trabalhando agora depende de um componente de banco de dados e de um componente de correio eletrônico. O modo de ligação entre esses componentes se dá através de JNDI: meu componente faz referência aos nomes "dataSource" e "mailSession" no seu contexto local de nomes. Na configuração do componente em uma instalação, esses nomes locais são ligados aos nomes globais que o administrador preparou para oferecer as dependências. É claro que tanto o meu componente quanto suas dependências mantém um contrato entre si, na forma das interfaces java EntityManager e Session. No Plan 9, meu componente seria um programa que faz referência a dois arquivos no seu file system -- um arquivo que representa o componente de banco de dados e um arquivo que representa uma sessão de correio eletrônico. O administrador, ao iniciar os programas de banco de dados e de correio eletrônico, usaria as primitivas de sistemas de arquivo do Plan 9 para garantir que cada um desses cria seu arquivo de oferta no local certo do file system do meu programa. O contrato entre meu componente e os outros se dá na forma de um protocolo de leituras e escritas. Essa arquitetura é incrível.
Um dos objetivos da próxima iteração no meu projeto atual é quebrar o sistema em mais pedaços, e levantar os pedaços um nível de abstração até componentes COM. Uma das consequências é substituir diversas ligações mais estáticas e torná-las ligações mais dinâmicas através do COM. Tipicamente, um programa usuário de um componente COM, escrito para o Visual Studio, usará a diretiva #import para incluir na unidade de tradução C++ as declarações necessárias. Isso implica que o componente deve estar instalado na máquina que constrói o programa. O que fazer quando o componente em questão está no mesmo lote de construção que o programa usuário? A solução inicial é criar uma dependência de construção tal que o componente seja sempre construído primeiro, e usar um post-build event ao projeto do componente para registrá-lo no sistema. Desse modo, na construção do programa, o ambiente estará correto. Eu considero este arranjo prejudicial. Minha melhor razão é esta: o servidor de const...
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